Quem é Ramatís

Ramatís
É um espírito provindo de outras latitudes siderais (Sirius), já tendo reencarnado no planeta Marte. Faz parte da elevada hierarquia terrestre que assessora o Mestre Jesus em seu projeto de evolução desta humanidade.
Por amor a ela, reencarnou várias vezes, no seio de várias raças, sendo lembrado como insigne instrutor em diversas tradições e mestre de discípulos.
É propósito de Ramatís a difusão do Conhecimento Eterno, unindo as tradições espirituais do Oriente e do Ocidente, para auxiliar no despertamento da consciência da humanidade.
A tônica de seu ensinamento é o universalismo – o reconhecimento e aceitação de todos os caminhos espirituais dos homens, considerando que “as religiões são meios, não fins em si mesmas”.
É característica de sua obra, que veio à luz no Brasil desde meados do século XX, trazer conhecimentos avançados e inéditos, levantar em vários pontos o “véu de Isis” que recobre as realidades do Cosmo e da vida humana.
A linguagem de Ramatís é simples, lógica e cristalina mesmo ao abordar os temas transcendentais mais complexos. Distancia-se da retórica complicada e de construções obscuras: é um instrutor por excelência, dedicado a fazer compreender. Não se dedica a dizer o que já foi dito, informar o que já se sabe; prima por conduzir o leitor a novos patamares de consciência e horizontes mentais mais amplos, descolando-nos de pontos de vista estreitos e estratificados pelo hábito, a respeito da vida humana e do espírito imortal.

Algumas vidas
Na Atlântida, Ramatís era mestre dos Templos da Luz, e foi contemporâneo, numa existência, do Espírito que mais tarde seria conhecido como Allan Kardec.
“Foi Phanuh, o Peregrino, há 28.000 mil anos, na Atlântida, e Ben Sabath, mago famoso na Caldéia; depois Shy-Ramath, grão-sacerdote no Egito; mais tarde Pitágoras, na Grécia, e Phylon de Alexandria, no tempo de Jesus” , informa Hercílio Maes,(1) seu primeiro médium.

Indochina – Século X d.C.
“Ramatís viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Foi filho de uma vestal chinesa que abandonou o convento para casar com um tapeceiro hindu, Era de inteligência fulgurante e desencarnou bastante moço, com 33 anos. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu Ramaiana.(2) Foi adepto da tradição de Rama, naquele época.
Os que leem as mensagens de Ramatis e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabem o que representa o nome “Rama-tys” ou Swami Sri Rama-tys”, como era conhecido nos santuários da época.
Informa-nos Ramatís que, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês.
O templo que fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra da alvenaria recebeu o toque magnético e pessoal de seus futuros iniciados. Alguns deles estão reencarnados atualmente em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre Ramatís através desse toque misterioso, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem-no por vezes, e de tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade!
Embora tenha desencarnado ainda moço, Ramatís pôde aliciar setenta e dois discípulos. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da Grécia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “túnica azul” e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático.
A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da “Cruz e do Triângulo”, o restante disseminou-se pelo nosso orbe. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis nas três Américas, enquanto que os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia” (Mensagens do Astral, Editora do Conhecimento).

Pitágoras de Samos – Século V a.C.
Como Pitágoras, deixou um legado ímpar para a espiritualidade do Ocidente, trazendo para a Grécia os ensinamentos iniciáticos do Egito e da Caldéia. Nesse época, fundou uma Escola famosa, em Crotone (sul da Itália, à época chamada de Magna Grécia), onde conduzia discípulos para os caminhos iniciáticos. Sua tradição inspirou seguidores ao longo dos séculos, na Europa (neopitagóricos). Além da reencarnação, da evolução e do carma, e todos os conhecimentos da Sabedoria Oculta, os preceitos pitagóricos se caracterizavam por um modelo de vida pura, simples, fraternidade irrestrita entre seus membros, disciplina no falar, e vegetarianismo. Pitágoras era conhecido pelo profundo amor e compaixão pelos animais. Não deixou obra escrita; alguns discípulos deixaram registros de sua doutrina.

Filon de Alexandria – 20 a.C.
Viveu como o filósofo judeu Filon de Alexandria, ao tempo de Jesus. Deixou extensa obra escrita, tecendo correlação entre os preceitos da Sabedoria Oculta e a tradição esotérica hebraica, sendo conhecido como o primeiro pensador a aproximar os textos bíblicos às categorias filosóficas ocidentais. Foi à Palestina encontrar-se com o Mestre Nazareno, e conviveu com Ele, discípulos, família e seguidores. Daí resultam as informações, inigualáveis por qualquer outra obra, que pôde fornecer no livro O Sublime Peregrino, descrevendo a figura e a trajetória do Mestre Jesus, incluindo sua infância, os aspectos desconhecidos de sua família, ensinos e milagres, seu julgamento, morte e o destino de seu corpo físico.

Haiawatha – Entre os peles-vermelhas – América do Norte, II Milênio d.C.
Muito mais tarde, já em meados do segundo milênio, Ramatís reencarnou entre os peles-vermelhas da América do Norte – descendentes dos atlantes emigrados em priscas eras – e reuniu povos e tribos numa Confederação de paz, que a História oficial registra, sem entretanto conhecer-lhe a toda a realidade.(3) Seu projeto de um governo único para o planeta e confraternização de todos os povos e raças da terra irá desabrochar no Terceiro Milênio, após a Transição Planetária.

Mestre Kutumi
“Atualmente, ainda opera como mestre nas tarefas dos teosofistas, conhecido como Koot-Humi (Mestre Kutumi)”(4) Foi portanto Ramatís, sob a figura desse Mestre da Fraternidade Branca, quem inspirou a teosofia, eminente movimento espiritualista que, colateral ao espiritismo, empenhou-se em trazer para o Ocidente os milenares conhecimentos iniciáticos do Oriente. A literatura teosófica é ampla fonte de conhecimentos espiritualistas acessíveis ao leitor ocidental.

Reencarnação no Brasil
É informação de Hercílio Maes, também, que Ramatís irá reencarnar novamente, no Brasil do Terceiro Milênio: “…sua missão completar-se-á no ano 2300, quando ele reencarnará no Brasil, para reunir todos os discípulos…”.(5) De acordo com informação de Norberto Peixoto, médium atual de Ramatís, esse prazo, da reencarnação de Ramatís no Brasil, deverá ser um pouco encurtado.
Hercílio Maes informou que nessa encarnação, ele irá fundar uma instituição universalista e iniciática no Planalto Central.

(1)Simplesmente Hercílio, de Mauro Maes, p. 78 da 1º ed., Editora do Conhecimento.
(2) No poema hindu Ramaiana, o feliz casal Rama e Sita é símbolo iniciático dos princípios masculino e feminino. Unindo-se Rama e atis, ou seja, Sita ao inverso, então resulta Ramaatis, como realmente se pronuncia em indochinês. (Nota do Revisor em Mensagens do Astral)
(3) Vide a obra Haiawatha, Editora do Conhecimento.
(4) Entrevista de Hercílio Maes à revista Manchete, in Simplesmente Hercílio, pág. 143 da 1ª ed., Editora do Conhecimento
(5) Simplesmente Hercílio, p.88 da 1ª ed., Editora do Conhecimento